domingo, 27 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
Vidinha & Paulo - em Cumbica
Acredito em anjo
Pois é, sou o seu
Soube que anda triste
Que sente falta de alguém
Que não quer amar ninguém.
Por isso estou aqui
Vim cuidar de você
Te proteger, te fazer sorrir
Te entender, te ouvir
E quando tiver cansada
Cantar pra você dormir.
Te colocar sobre as minhas asas
Te apresentar as estrelas do meu céu
Passar em Saturno e roubar o seu mais lindo anel.
Vou secar qualquer lágrima
Que ousar cair
Vou desviar todo mal do seu pensamento
Vou estar contigo a todo momento
Sem que você me veja
Vou fazer tudo que você deseja.
Mas, de repente você me beija
O coração dispara
E a consciência sente dor
E eu descubro que além de anjo
Eu posso ser seu amor.
Vou secar qualquer lágrima
Que ousar cair
Vou desviar todo mal do seu pensamento
Estar contigo a todo momento
Sem que você me veja
Farei tudo, tudo, tudo que deseja.
Mas, de repente você me beija
O coração dispara
E a consciência sente dor
E eu descubro que além de anjo
Eu posso ser seu amor.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Longe da Garota de Ipanema
Roda Gigante Gelada - Navy Pier
Studio Mariana & Wagner
Chicago - Paulo & Mariana
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Pensamento do Dia?
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Ponte da Amizade
Sua atenção.
Seu tempo.
Sua poesia.
Seu apoio.
Seu não-julgamento.
Sua alegria.
Sua ternura.
Suas palavras.
Sua doçura.
Seu encanto.
Sua humildade.
Seu escutar.
Seu dizer.
Seu suporte.
Sua presença.
Seu coração.
Sua dedicação.
Sua vida.
Sou grato por ter você em minha vida.
Te amo muito dear! Obrigado pelo apoio!
Bjos, bjos, Re
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Vale a pena ver de novo - Fênix

Fênix
Por Paulo Bergsten Mendes
O mundo vai me engolir. No chão, há um abismo.
No acesso a esse buraco, uma calçada de pedras,
desenhada em um mosaico de bagunça e caos.
Quando entro nesse túnel, escuto: Há luz, no fim.
No fim do túnel, há esperança no fundo do poço.
A esperança, a última que morre, enfartou.
Lá fora, todos bêbados cantam. Chapados, todos parecem felizes.
Das cinzas, a Fênix ressurge. O recomeço de tudo.
Tristeza sem fim invade a Via Láctea. Não sei porque habito a terra.
Fale que todo mundo é feliz. Mentira, diz uma outra qualquer.
Acalme minha alma, por favor, enxergue meu coração.
Obrigado.
Eu ando por aí. Eu vago. Sem destino certo. Sinto-me desprezado. Por quem? Por mim, somente.
Quero me valorizar. Com valor e raça, ninguém me segura,
que nem aquele caminhão sem freio: virou na curva, e bateu no poste.
Que solidão. Cadê você? Eu e você éramos nós, uma conjugação
de primeiríssima pessoa.
Não quero parecer fraco. Sou forte. Forte de força de gravidade.
No fim do poço, há mais lama. No fim do túnel, surpresa, há trevas.
Isso para quem não acredita no amor. Rogai por nós, pecadores.
Pois quero casar com o amor. Ficar juntinho dele
na alegria e na tristeza, na prosperidade e na enfermidade.
Até que a vida nos separe. Amém.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Calendário de Pedra

"Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não pára...
Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...
Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...
O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...
Será que é tempo
Que lhe falta prá perceber?
Será que temos esse tempo
Prá perder?
E quem quer saber?
A vida é tão raraTão rara...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára
A vida não pára não...
Será que é tempo
Que lhe falta prá perceber?
Será que temos esse tempo
Prá perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida é tão rara
A vida não pára não...
A vida não pára!...
A vida é tão rara!..."
Lenine
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Preconceito Vencido

Por Renato Peres Degasperi
“Olá! Onde você mora?”. Nunca tive problemas em responder a essa pergunta, sempre o fiz de forma tranquila. Mas é sempre raro, ao ouvir minha resposta, a pessoa reagir de forma diferente: “Ai, em Diadema? Mas lá não é muito perigoso?”. Diadema não é minha cidade Natal. Mas mesmo nela morando há apenas oito meses, confesso que me sinto muito bem.
Quando decidimos pra ela nos mudar (eu e mais um amigo), confesso que a possibilidade de Diadema ser a cidade escolhida me assustou, a princípio Afinal, ela sempre foi conhecida como uma cidade perigosa. Isso principalmente na época dos anos noventa, devido a então ‘favela naval’. Como toda favela, haviam bandidos, munidos de armas, mas também, obviamente, habitada por pessoas honestas e trabalhadoras. Esse período vivido pela cidade a marcou de forma intensa, como uma grande ‘mancha’, fazendo com que a maioria ainda associe a cidade apenas violência. Isso não é verdade. Como em toda cidade nos dias atuais, devemos certamente ser cautelosos e atentos. Mas voltar caminhando do supermercado cheio de sacolas não significa que correrá o risco de ser assaltado.
Ter que chegar do trabalho por volta de meia-noite, diariamente, fazendo uso de transporte público, foi o que quase me fez desistir da idéia de me mudar para o ABCD (a cidade já é considerada parte do então conhecido ‘grande ABC paulista’ – S. André, S. Bernardo, S. Caetano) . Hoje vejo que me sinto muito mais seguro do que imaginei. Perto de onde moro, as ruas são iluminadas e sempre há carros de polícia circulando por elas. E um dos fatores que mais chamaram minha atenção na cidade, de forma muito positiva: os ônibus. O intervalo de tempo entre um e outro não é grande, além de serem limpos, organizados e de existirem opções para vários destinos: Santo Andre, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo, São Paulo, entre outros. Além disso, os ônibus circulam por uma faixa exclusiva pra eles, o que garante que o tempo gasto no percurso será quase sempre o mesmo, por não existirem imprevistos com trânsito.
Sem dúvidas, o custo de moradia também é algo a ser considerado. Moro em um apartamento cujo preço total do aluguel somado ao do condomínio é inferior se comparado com as cidades vizinhas, em especial com a capital (cerca de quarenta por cento). E tendo morado anteriormente em São Paulo, posso afirmar que em tamanho e comodidade o atual apartamento não perde em nada.
Mais do que nunca, vejo Diadema hoje como uma cidade de pessoas batalhadoras, que sonham, acordam e logo cedo rumam para mais um dia de trabalho. De crianças que brincam nas ruas e anseiam construir um mundo diferente. Tem sido uma grande lição nela morar, de forma especial, por me ajudar a quebrar o preconceito que um dia também dela tive.
domingo, 8 de novembro de 2009
Saudades de Rúbia

Em 1990 e 1991 tive o imenso privilégio de ser aluno de piano de Rúbia Santos, uma pessoa incrível, com formação instrumentista e pedagógica espetacular, a quem devo muito pelo tanto que me ensinou a tirar prazer da música e a brincar com o piano, fazendo com que o contato dos dedos e da alma com o teclado se tornassem uma experiência divina. Ela não tem nem idéia o quanto a pessoa dela me marcou positivamente, transformando-se em referência.
Infelizmente o pupilo de então 17 anos, por diversos motivos pessoais, foi forçado a abandonar seus estudos de piano.
Hoje, tantos anos depois, fica a lembrança do encanto que foi conhecer Rúbia, uma professora inesquecível, que agora, pelo que li pela internet, está dando aula em uma universidade dos Estados Unidos.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Eu Matei Minha Mãe

Foi assistindo “Eu Matei Minha Mãe” que eu e minha trupe individual estreamos na platéia da 33ª Mostra Internacional de Cinema, em São Paulo. Xavier Dolan é o jovem diretor canadense que dirigiu esse filme aos 17 anos.
Hubert Minel é o nome do personagem de 16 anos que assassinou a mãe, não no sentido literal da palavra. O título se refere a um episódio do filme em que Hubert se recusa a fazer uma pesquisa de escola sobre o perfil dos pais, dizendo que a mãe dele havia morrido. A mãe, claro, é comunicada de seu “falecimento” pela direção da escola. E fica muito feliz e orgulhosa do filho..
Outro episódio complicado foi quando a mãe descobre que o filho é homossexual. Numa conversa informal com a mãe de um colega do filho, ela escuta surpresa “que legal que nossos filhos completaram 2 meses de namoro já”. Chocada, ela não comenta com o filho que já sabe, e o filho não conta que é gay porque tem medo, ou por qualquer outro motivo. E durante uma briga, a mãe joga na cara o que sabe, da pior maneira possível.
E vou ficando por aqui, pois ano que vem tem o quê? A 34ª Mostra Internacional de Cinema, em São Paulo.
domingo, 1 de novembro de 2009
sábado, 31 de outubro de 2009
Circo Zanni

O que cabe num espetáculo de circo?
Oferecer vôos só de ida no trapézio. Livrar-se de pesos mortos e divertir-se em harmonia com os bailados aéreos. Manter no ar ao mesmo tempo, nossos pensamentos e objetos, para depois juntos cairmos de forma espetacular.
Propor a belza do risco e mostrar quanta vida cabe num fio de arame. Inverter céu e terra pelo prazer de um novo ponto de vista. Rir. Rir a qualquer momento, muito, de tudo e de si mesmo. E quem sabe, depois de um salto mortal, ao final do espetáculo e em paz, poder acreditar novamente em super heróis.
O que cabe num espetáculo de circo?... a liberdade
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Escher

"... se você tem dinheiro, vale a pena comprar. Você gastou dinheiro comprando óculos para ver melhor. Gaste dinheiro agora dando aos seus olhos o que ver. Caso contrário você será o tolo que compra panelas e não compra comida. As gravuras de Escher são comida para os olhos: fazem mais bem do que os melhores colírios..."
Coisas que dão alegria, Rubem Alves

